066 Vou Despenar

As Letras ” A B e C”, correspondem às Cordas ” MI SI e SOL” e as suas
respectivas Casas, ao longo do braço do Violão.

A > 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0.1.2.3.4.5.6.7.8.9. 0: 1: 2: 3:

B > 0- 1- 2- 3- 4- 5- 6- 7- 8- 9- 0= 1= 2= 3=4 = 5= 6= 7= 8= 9= 0& 1& 2& 3&

C > 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 0§ 1§ 2§ 3§

 

Vou despenar  (MI +)

(Hoje vou despenar as periquitas
0- 0- 0   0 0 0   4   2 0 2 2-
(Das feias e das bonitas
5   7 7- 5  7   4 2 0

No meu carnaval
9   2.  1.9 7
As penas vão voar.
4  5 9    7    67
Se eu arrancar as penas velhas,
1  2  2 2 2    4-  2 5   9 7
Nascem as novas no lugar.
2.  2.        9  1. 9    5   2 0

Pereiras Pereiras

Pereiras Pereiras

I
Pereiras Pereiras

Terra aonde nasci,

Sou um simples seresteiro

Por isso vivo aqui.

II
Cheia de encantos

Esta pequena cidade,

É o leito das poesias

E berço da felicidade.

III
Noites e Noites

eu fico pela Cidade

Cantando minhas canções

Alegrando a mocidade

Com meu violão

em noites enluaradas

Eu e os colegas cantamos

Enfeitando as madrugadas.

Pereiras, Doroti de Góes
Outubro de 1.970.

Aqui no Nordeste

Aqui no Nordeste
——————

I

Aqui no Nordeste sempre

Com fome sede e aflição

Pisamos na terra quente

Queimamos o coração

Sob este Sol ardente

Que incendeia o Sertão

Vão morrendo lentamente

Gado, gente e plantação

Por isso pego a viola

Só ela que me consola

Nas noites que tem Luar

Então

Eu vou cantar

E choro

No braço desta viola

Me calo

E me ponho a rezar.

Estr.

Ave Maria cheia de graças o Senhor é Convôsco

Bendita Sois Vós entre as mulheres

E Bendito é o Fruto do Vosso Ventre, JESUS.

Santa Maria Mãe de DEUS

Rogais por nós pecadores

Agora e na hora de nossa morte. AMÉM.

II

Hó meu DEUS Onipotente

Faça chover no Sertão

Tenha ao menos dó da gente

Enchendo o ribeirão

Já secaram as vertentes

Só há poeira no chão

O que guardamos pra semente

Pusemos no caldeirão.

Por isso pegoa a viola

Só ela que me consola………….

Sofro Tanto

Dedilhando o Violão

As Letras ” A B e C”, correspondem às Cordas ” MI SI e SOL” e as suas
respectivas Casas, ao longo do braço do Violão.

A > 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0.1.2.3.4.5.6.7.8.9. 0: 1: 2: 3:

B > 0- 1- 2- 3- 4- 5- 6- 7- 8- 9- 0= 1= 2= 3=4 = 5= 6= 7= 8= 9= 0& 1& 2& 3&

C > 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 0§ 1§ 2§ 3§
Sofro Tanto  (LÁ -)
————
I

Sofro tanto/ por amar.   MI+/ LÁ-
3  1    1   0/     3  1  0
Quem um dia/ me deixou   MI+/ LÁ-
3          1  1 0 /    3  1  0
Foi embora    SOL+
1  0  3 3
Nâo sei pra onde   DÓ+
1   1   0  3  3
Por isso agora,    M+
0   1   0 4 0
Aqui estou.   LÀ-
0 0 3- 1-
Sempre chorando/ amargurado   RÈ-/ LÁ-
5  7       5  1  3- /      5  7  5 0 1-
Pois sem você,/ tudo acabou.   M+/ LÀ-
0    1  4-  0 /      3- 0- 1- 2,

Refrãoa:

(Eu agora estou/ triste    LÁ-/MI+
0   0 1 0    4-0   /   2. 2.
(Tudo enfim,/ morreu   M+/ LÀ-
0. 8    7     /      5  8
(Quem eu amo foi/ embora   LÁ-/ M+
0    0    1  0  0 /    4- 0 7 7
(Nem me disse / adeus.   M+/LÁ-
7   5        4   /   4  5

II

Noites frias / sem Luar.

Não tem graça / o amanhecer.

É tudo triste

Por onde passo

Pois nâo existe

Nem pode haver.

Amor tão grande / como de outrora

Que eu nunca mais / pude esquecer.

Refrão:

Quando Chove

Quando Chove

I

Quando chove meu amor,
Me acaba o calor,
Sei que é noite de verão.
Eu estou na madrugada,
O calor se acaba em nada,
E não se acaba a solidão.

II

Amanhece  e vem o dia,
Vem o Sol que irradia,
Então volta a se aquecer
Quase tudo à minha volta,
Nada, nada me importa,
Se eu não tenho você.

Estrib.

(A solidão da madrugada,
(E o Sol do Meio Dia.
(Onde está a minha amada,
(Onde está a chuva fria.

Apolinário P.O.Filho

Aeroporto de Lisboa PT,
02/11/12

4.3-7 0 2 4/ 4.3-7 0 2 4 / 0.5-12/
5.3-9 2 4 5.2-/ 5.3-9 2 4 5.2-/
2.4-3.2-4/4.3-7 0 2 4 /4.3-7 0 2 4/
0.2-1 0.3 (12)/ (12.2)-(14) (12) (11) (12) 9 7 /
(12) (11) 7.2 9 4 2 /2 4 5 2 (11) (12).

Foi por pouco

Foi por pouco

I
Você só quer que eu fique ausente,
Pois ama outro na verdade.
Mesmo assim estou contente,
É pra minha felicidade.
Se ama outro certamente,
Tudo entre nós foi falsidade.
Mas, eu só quero realmente,
Te encontrar por amizade.

Estribilho

(Vai com outro, vai
(Vê se  me esqueçe, de vêz.
(Vá e não olhe pra trás,
(Por todo mal que me fêz.

II
Se eu estou aqui chorando,
De raiva por te conhecer.
Se estivesse me amando,
Eu sem poder corresponder.
O luxo que está procurando,
Eu jamais  pude  oferecer,
Até já ia me ferrando,
Quase comprando um bouquet.

Pereiras, 07 Dezembro 1965 (16A)

Pronto! É Natal!

Pronto! É Natal!                               Face Apolinário

(I)
Natal, Capital do turismo
Deste povo Potiguar
Quem conhece nossas praias,
Pronto! Aqui quer ficar.
Quem aqui vem  e se radica
Sair daqui nunca mais,
Em qualidade de vida
É a  melhor das capitais.

(II)
Bem-vindos, à Natureza,
Com Sol de raro explendor,
E as praias de águas límpidas
Aqui o ano todo é calor.
Centenas de Hoteis e Pousadas,
Turistas do mundo inteiro
Adoram o nosso Estado
Tão abençoado,
Por ser brasileiro.

(III)
As praias de Ponta Negra,
Enaltecem nossa Nação,
O Estádio Arena das Dunas!
Enche o meu coração.
Quantos se orgulham
dos shoppings
Desta terra triunfal,
E do Morro do Careca,
O nosso Cartão Postal.

(Volta à (II)

(Apolinário Pais= (04/11/12)RN.
=Este Poema, tem Melodia
e Arranjo. Precisa-se de CANTOR.=

Sol ardente

I

Aqui no Nordeste sempre
Com fome sêde e aflição
Pisamos na terra quente
Queimamos o coração
Sob este sol ardente
Que incendeia o certão
Vão morrendo lentamente
Gado, gente e plantação

(Estribilho)

Por isso pego a viola
Só ela que me consola
Nas noites que tem luar.
Então,
Eu vou cantar.
E choro
No braço desta viola
Me calo,
E me ponho a rezar:
Ave Maria cheia de graça
O senhor é convosco,
Bendita sois Vós
Entre as mulheres,
Bendito é o fruto
Do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria  Mãe de Deus,
Rogi por nós Pecadores,
Agora e na hora
De nossa morte, Amém.

II

Oh meu Deus onipotente
Faça chover no sertão
Tenha ao menos dó da gente
Enchendo o ribeirão
Já secaram as vertentes
Só há poeira no chão
O que guardamos pra semente
Pusemos no caldeirão.

(Esribilho).

Guerras acontecem

Quando as guerras acontecem
Em toda parte deste mundo
Os problemas aparecem
Num segundo.
Bombas explodem matando
Filhos desta geração
Nas batalhas vão tombando
É revolução.

(Estribilho)

(Deus, vosso filho pereceu
(Numa cruz Ele morreu
(Pra ter paz junto de Ti.
(Deus, acabai com estas guerras,
(Para os filhos desta terra
(Terem paz também aqui.

II

Enquanto os homens procurarem
Só fazer revolução
Ao invés de indagarem
Com quem está a razão.
(Não haverá paz nem sossego
(Nesta terra, meus   irmãos

Desejo tanto

I

A minha vida
É triste e vazia
E as noites tão frias
Meu bem sem você.
Por isso eu vivo
Sofrendo e chorando
Sempre procurando
O meu bem querer.

(Estribilho)

(Desejo tanto
(Você meu amor,
(Não vejo a hora
(De tê-la pra mim.

II

Minha querida
Vou viver errante
Com você distante
Será o meu fim.
Por isso espero
Coisinha mais linda
Que você ainda
Vai voltar pra mim.